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Levítico: Santidade que Nos Conduz a Cristo

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Levítico: Santidade que Nos Conduz a Cristo Introdução: Por que estudar Levítico? Amados irmãos em Cristo, a paz do Senhor Jesus! Poucos livros da Bíblia assustam tanto o leitor moderno quanto Levítico. Capítulos inteiros sobre sangue de animais, gordura queimada, mofo em paredes de casas, fluxos corporais e vestes sacerdotais parecem, à primeira vista, um território distante da vida cristã de hoje. Muitos crentes, ao chegarem a este terceiro livro de Moisés em seus planos de leitura anual, sentem o ritmo esfriar e a vontade de pular direto para Números. Mas é exatamente aqui, nesse aparente deserto de rituais, que o Espírito Santo escondeu um dos retratos mais ricos e comoventes da obra do nosso Salvador. Levítico responde a questão: como um Deus perfeitamente santo pode habitar no meio de um povo pecador sem o consumir? Cada oferta apontava para uma verdade que só seria plenamente revelada quando “o Verbo se fez carne ...

Êxodo: O Deus Libertador se Revela

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Êxodo: O Deus Libertador se Revela Série: Comentários Clássicos Revisitados — a partir de Matthew Henry Os livros da Escritura, ao narrar acontecimentos, revelam o próprio coração de Deus em ação. Êxodo está entre eles. O comentarista puritano Matthew Henry, ao abrir sua exposição sobre este livro, observou algo que todo leitor atento da Bíblia sente: Gênesis nos mostra como Deus formou o mundo para si mesmo; Êxodo nos mostra como Deus formou um povo para si mesmo. E ambos os movimentos têm a mesma finalidade — manifestar o Seu louvor, como declara o profeta: “Este povo que formei para mim mesmo; o meu louvor anunciarão” (Isaías 43:21 - JFAAL). Neste artigo, retomamos as observações introdutórias de Henry sobre Êxodo e as lemos à luz da revelação plena do Nome — aquele Nome que, séculos depois, seria dado debaixo do céu para a salvação dos homens (At 4:12): o nome de Jesus. Do Gênesis ao Êxodo: um nascer que já aponta par...

Gênesis: O Berço da Criação e da Promessa Divina

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Gênesis: O Berço da Criação e da Promessa Divina Introdução: Por que estudar Gênesis? Amados irmãos em Cristo, ao ler a introdução ao comentário do livro de Gênesis, escrito por Matthew Henry, somos convidados a uma profunda reflexão acerca da Palavra de Deus. A Bíblia Sagrada é o “livro dos livros”, uma obra incomparável inspirada pelo Espírito Santo com o fim de promover a santidade entre os homens. Ela foi escrita para preservar as verdades da lei e do evangelho de forma pura e perene, servindo como uma luz indispensável que brilha em um mundo obscurecido pelo pecado. Neste vasto panorama redentivo, o Antigo Testamento é descrito como o registro histórico da igreja desde a fundação do mundo até a proximidade da vinda de Cristo em carne. Trata-se de uma aliança gloriosa baseada na morte planejada do “Cordeiro imolado”, preparando os corações para o Novo Testamento, que vem para coroar e aperfeiçoar a esperança outrora tipifi...

Naamã: a Cura na Alma e no Corpo

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Naamã: a Cura na Alma e no Corpo 2 Reis 5:1-14 1 Naamã, comandante do exército do rei da Síria, era um grande homem diante de seu senhor e de muito conceito, pois, por meio dele, o Senhor dera vitória aos sírios. Era um valente, mas era leproso. 2 E tropas da Síria saíram da terra de Israel e levaram cativa uma menina que ficou a serviço da mulher de Naamã. 3 E disse à sua senhora: Tomara que meu senhor estivesse diante do profeta que está em Samaria; ele o restauraria da sua lepra. 4 Então, Naamã foi e informou ao seu senhor, dizendo: Assim e assim falou a menina que é da terra de Israel. 5 Então, o rei da Síria disse: “Vá, e enviarei uma carta ao rei de Israel.” Ele foi e levou consigo dez talentos de prata, seis mil siclos de ouro e dez mudas de roupas. 6 E entregou a carta ao rei de Israel, dizendo: Ao receber esta carta, saiba que eu enviei Naamã, meu servo, para que o cure da sua lepra. 7 E ac...

Acordei em um hospital: reflexões para momentos difíceis

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Acordei em um hospital: reflexões para momentos difíceis Há lugares que nos fazem parar, refletir e reconhecer o valor da presença. Paredes brancas, cheiro de remédio e crianças chorando ao receber uma injeção. Enquanto tudo acontecia ao redor, eu olhava para o teto, sem compreender por que estava naquele hospital. Minha mãe, porém, estava ali, observando-me. Por diversas vezes, essa cena se repetiu. Nunca estive sozinho. Minha mãe sempre me acompanhou, com o cuidado silencioso de quem transforma um ambiente difícil em um lugar menos assustador. Depois que cresci, as coisas se inverteram. Passei a acompanhar minha mãe em consultas e internações. Na última dessas ocasiões, por uma diferença de aproximadamente vinte horas, não a vi partir. Não sei se teria forças para suportar aquela des...